Flecha Azul VII "Expresso do Sul" - Escala 1:32 (40cm)
Maquete artesanal reproduzida em resina de poliéster do modelo Flecha Azul VII CMA Scania - Escala 1:32 (40cm).
Maquete artesanal reproduzida em resina de poliéster do modelo Flecha Azul VII CMA Scania - Escala 1:32 (40cm).
Reprodução em escala
Maquetes reduzidas observando os padrões em escala.
Resina de Poliéster
Maquetes reproduzidas em resina de poliéster. A Resina Poliéster é um composto orgânico derivado do petróleo, que passa de seu estado líquido para o estado sólido, através de um processo químico chamado Polimerização.
Adesivos de Modelismo
Usamos adesivos especiais de modelismo com impressão digital.
Pinturas especiais
A mesma tinta que é utilizada em um ônibus normal é utilizada em nossas maquetes.
Demais características
Informações e curiosidades sobre o modelo original
Em 16 de março de 1983, a Cometa começa a operar a C.M.A. - Companhia Manufatureira Auxiliar - e a produzir seus ônibus. Começou a série de veículos "Flecha Azul", que foi até o Flecha Azul VIII. A linha tinha os mesmos traços do Dinossauro, porém com pequenas alterações estéticas interna/externamente, bem como redesenhadas as estruturas da carroceria.~
Em 1996, surge a série Flecha Azul VII, a partir do carro 7119, com uma inovação: as novas poltronas de pistão à gás, com braços móveis, que eram fornecidas por outro antigo parceiro, a companhia Teperman de Estofamentos, esta por sua vez adquirida pela multinacional Grammer.
Em 1998, aproximava-se o lançamento dos chassis de ônibus série 4 da Scania. Paralelamente à produção dos Flecha Azul com o estoque de chassis K-113 CLB existentes, na época numerados com série 73xx, a Cometa produziu um modelo Flecha Azul VIII, que ganhou o prefixo 7500.
Em 1999, a CMA produz seu dois últimos Flecha Azul, sob os prefixos 7455 e 7501, respectivamente um K-113 CLB 360, o último chassi com motor equipamento com injeção mecânica diesel, e um K-124 IB 420, com câmbio automático Scania Opticruise. Por muitos anos, o 7501 foi o único ônibus no Brasil a ter este câmbio, e até hoje é o ônibus brasileiro com melhor relação peso‐potência e rendimento em cruzeiro e serras, por ter a carroceria extremamente leve e potência adicional.